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	<title>C_Pauline, Autor em Transforme suas relações</title>
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	<description>Potencializando as relações humanas.</description>
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	<title>C_Pauline, Autor em Transforme suas relações</title>
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		<title>Como revisitar e potencializar o elogio?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 18:06:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tiver dificuldade em elogiar ou expressar agradecimentos sinceros e profundos , a CNV oferece um método simples e eficaz. A Comunicação Não Violenta é conhecida e reconhecida como uma técnica para melhor a comunicação e gestão de conflitos. O que é menos conhecido é que ela serve também para elogiar e agradecer. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tiver dificuldade em <strong>elogiar</strong> ou expressar<strong> agradecimentos</strong> sinceros e profundos , a <strong>CNV</strong> oferece um método simples e eficaz. A Comunicação Não Violenta é conhecida e reconhecida como uma técnica para melhor a <strong>comunicação</strong> e <strong>gestão de conflitos</strong>.<br />
O que é menos conhecido é que ela serve também para elogiar e agradecer. Os elogios se tornam mais <strong>impactantes</strong> e personalizados.</p>
<h2>Fazer um elogio já faz bem, né?!</h2>
<p>Sim, já é bom porque todos nós nos sentimos mais ou menos confortáveis ​​em dar (e receber) elogios. Tudo depende da nossa personalidade, da nossa<strong> educação</strong> e dos nossos<strong> hábitos</strong>.<br />
Para algumas pessoas já será difícil dizer uma palavra gentil como “obrigado” ou “parabéns”. Para outros, por outro lado, será muito fácil distribuir “obrigado” e “parabéns”.<br />
Distribuir elogios simples é um reflexo e um ato natural dessas pessoas. Outros ainda estão acostumados a encher todos de elogios e superlativos. Às vezes sinceros, às vezes exagerados, como “Isso foi realmente ótimo”, “você é ótimo”, etc.</p>
<h2>Mas nem todos os elogios são iguais</h2>
<p>O problema com esses elogios simples e às vezes exagerados é que geralmente carecem de contexto e profundidade. A pessoa que recebe um “isso foi ótimo” pode ter dificuldade em entender ou aceitar o elogio . Ela pode até ter uma opinião totalmente diferente e simplesmente não entender o elogio. Você já assistiu a um espetáculo (música/teatro/etc) e parabenizou um artista no final da apresentação com um “foi ótimo”?  Talvez você tenha recebido algo como &#8220;Obrigado&#8230; mas aconteceu algo que não foi planejado ou esqueci meu texto.’’ É como se o seu elogio não tivesse importância para o seu interlocutor. Frustrante, né? É normal! Porque você não conseguiu transmitir a mensagem que queria.<br />
Você tem a sensação de não ter sido ouvido e compreendido. Mas se o seu elogio não foi apreciado pelo seu justo valor, se foi mal compreendido ou mal compreendido, talvez faltou contexto ou profundidade?  Talvez ele tenha soado um pouco &#8220;vazio&#8221;? Para que o seu elogio seja melhor ouvido e compreendido, basta dar-lhe um pouco mais de contexto e profundidade .</p>
<p>A CNV fornece uma técnica de três pontos para dar mais contexto e profundidade aos seus elogios.</p>
<h2>As 3 etapas para transformar seu elogio em apreciação</h2>
<p>Esta técnica é retirada do livro de<strong> Marshall Rosenberg</strong> “Palavras são janelas (ou são paredes)”. Ele contém 3 etapas simples que podem ser aplicadas em qualquer ordem.</p>
<p>O autor também explica que essas etapas podem ser muito breves. Um elogio não precisa durar 10 minutos para causar impacto, pelo contrário.<br />
Aqui estão as principais etapas para expressar um elogio autêntico e impactante:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Descreva as ações específicas que contribuíram para seu bem-estar;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Expresse a sensação de prazer associada a esses atos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Detalhe a(s) necessidade(s) que esses atos satisfizeram em você.</li>
</ol>
<p>Quanto mais você der um contexto preciso e detalhado, mais permitirá que seu interlocutor compreenda a importância para você de expressar esse elogio.</p>
<p>Se pegarmos o exemplo de uma peça que você gostou. Não seja vago sobre o que te impactou, simplesmente dizendo &#8220;foi ótimo&#8221;, forneça um detalhe/momento específico. Mencione, por exemplo, sua cena favorita ou a cena que mais te emocionou ou te fez rir.</p>
<p>Se continuarmos com o mesmo exemplo de peça e sua cena favorita, você poderia explicar que essa cena realmente te fez rir. Você está feliz por ter tido uma noite tão boa. Aqui o seu sentimento é simplesmente o prazer de passar uma boa noite e rir. &#8221;Achei essa cena muito engraçada e ri muito! Eu me diverti muito passando esta noite aqui.&#8221;</p>
<p>Ainda no exemplo da peça e na sua cena hilária favorita. Você poderia dizer por exemplo: &#8221;Fazia muito tempo que eu não ria tanto e tive um dia difícil então foi muito bom relaxar.&#8221;</p>
<p>Expressar o que é agradável às vezes é tão complicado quanto expressar o que não está bom para você, e a <strong>Comunicação Não Violenta</strong> é uma<strong> ferramenta</strong> para <strong>apreciar</strong> e <strong>agradecer</strong> os momentos bons e leves da vida!</p>
<p>Bora praticar?!</p>
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		<title>Como a Comunicação Não Violenta nos ajuda e transforma nossas relações e comunicação?</title>
		<link>https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/09/04/como-a-comunicacao-nao-violenta-nos-ajuda-e-transforma-nossas-relacoes-e-comunicacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 17:26:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como a Comunicação Não Violenta nos ajuda e transforma nossas relações e comunicação? A Comunicação Não Violenta é um laboratório da vida iniciado com Marshall Rosenberg e hoje difundido por treinadores, livros, vivências e muitos praticantes no mundo inteiro. A CNV complementa conceitos de neurociência, inteligência emocional, psicologia, pedagogia…  Como, concretamente, ela nos ajuda nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Como a Comunicação Não Violenta nos ajuda e transforma nossas relações e comunicação?</h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>Comunicação Não Violenta</strong> é um laboratório da vida iniciado com Marshall Rosenberg e hoje difundido por treinadores, livros, vivências e muitos praticantes no mundo inteiro. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A CNV complementa conceitos de <strong>neurociência</strong>,<strong> inteligência emocional</strong>,<strong> psicologia</strong>, <strong>pedagogia</strong>… </span></p>
<p>Como, concretamente, ela nos ajuda nas nossas <strong>relações pessoais</strong>, <strong>profissionais</strong> e como ela transforma nossa <strong>comunicação</strong>? Aqui vai algumas práticas de Comunicação Não violenta:</p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Aprendemos a nomear nossos <strong>sentimentos</strong>, verbalizar nossa verdade. Esse vocabulário do sentir, pensamos aprender porque não nos foi ensinado/dado em geral. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sabemos fazer, produzir, aprender, sabemos que o tempo é dinheiro, que precisamos estudar, trabalhar, evoluir na carreira, fazer filhos… Nesse contexto, não tivemos o espaço para expressar nossa verdade, para experimentar ser quem eu somos. Somos o que a sociedade, os costumes e a família esperam de nós.</span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aprendemos a <strong>autorresponsabilidade</strong> tão necessária na nossa sociedade atual. Reaprendemos a dar a voz para o coração em vez de dar tanta importância a nossos pensamentos, opiniões ou razão. Nos esforçamos para falar</span><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> na primeira pessoa, se autorreponsabilizando e convidando o outro a fazer diferente em vez de apontar o dedo para o outro.</span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aprendemos a nos <strong>libertar</strong> das expectativas e papéis como mãe, esposa, professora, vizinha… Sou apenas eu que sinto e, verbalizo isso além de me responsabilizar por isso.<br />
E da mesma forma que me respeito e me investigo, quero saber do outro, tenho interesse no próximo.</span></span>&nbsp;</li>
<li>Quebramos vários <strong>paradigmas</strong>, Por exemplo, nada é estático, tudo é dinâmico. A força e o poder na CNV é buscar se adaptar ao jeito do outro e a mim em diferentes situações com recursos como: empatia e colaboração. E não a força através da competitividade e comparação ou até da ameaça e punição. Posso construir uma nova relação, confiando que podemos nos conectar melhor. Isso vale muito no ambiente profissional. Comparar é diminuir: eu ou o outro. E gera violência.</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Acreditamos e aplicamos o<strong> &#8221;poder com o outro&#8221;</strong> e não o &#8221;poder sobre o outro&#8221;. Não é a hierarquia em si que é violenta mas sim a opressão, a violência que vem com uma hierarquia que exerce o poder. A autoridade é necessária, a nossa sociedade é organizada assim e não contestamos isso, mas esse sistema pode habilitar o poder a se tornar agressivo, opressor, violento. Quando a autoridade se torna autoritária, quando a voz dela se torna mais importante ou única ou causa medo, culpa e atua através de ameaças, punição e recompensa. Hoje claramente estamos em um sistema de dominação.<br />
</span></li>
<li>Buscamos <strong>autoconsciência</strong> e colocamos a relação em primeiro lugar. Relação comigo mesmo e com o outro.<br />
Quanto mais me torno consciente e carinhoso comigo, mais compassivo serei com o outro. A relação de poder se torna uma relação de acolhimento e colaboração.<br />
Opiniões, situações, o que o outro diz ou pensa importa menos. Você, seus sentimentos e necessidades e Nós, nossa relação importam mais.</li>
<li>Aprendemos a nos nutrir da <strong>energia</strong> das <strong>necessidades</strong>. O que está aflorando que podemos cuidar? O primeiro passo do cuidar é o que eu preciso/busco. A necessidade é a grande mágica da CNV. Pode ser uma necessidade básica ou de sobrevivência como descanso, comer, segurança, pode ser uma necessidade por conexão como amor, companhia, compreensão, escuta, pode ser uma necessidade por autonomia, diversão, sentido…</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Abraçamos o <strong>conflito</strong>. É no conflito, no incômodo que se apresentam as oportunidades de evolução. O conflito é uma trilha para sinalizar as diferenças e diminuí-las, cuidar delas para melhorar a relação. </span><span style="font-weight: 400;">Na zona de conforto não transformamos. O conforto de forma constante pode ser o lugar da anestesia para não lidar com os desconfortos.   </span></li>
</ol>
<p>Ah Pauline&#8230;, mas é muito desafiador o que você me conta aqui. Sim, é desafiador mesmo, um desafio que vale a pena para se sentir mais vivo e pleno além de desenvolver uma comunicação mais assertiva! Tornamos nossas relações interessantes e profundas! E isso não tem preço.</p>
<p>Que tal aprender e praticar comigo?!</p>
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		<title>E quando acho que o problema vem do outro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 16:53:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe quando você pensa: ‘’Quem precisa fazer o curso de CNV é …tal pessoa!’’ Como podemos sair desse pensamento que cobra do outro? Eu que estudo a CNV para transformar minha forma de atuar no mundo e de me comunicar, o que vou trazer para mim e para nós? Se estou em uma nova forma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sabe quando você pensa: ‘’Quem precisa fazer o curso de CNV é …tal pessoa!’’<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Como podemos sair desse <strong>pensamento</strong> que cobra do outro? </span><span style="font-weight: 400;">Eu que estudo a CNV para <strong>transformar</strong> minha forma de atuar no mundo e de <strong>me comunicar</strong>, o que vou trazer para mim e para nós?<br />
Se estou em uma nova forma de pensar, <strong>me relacionar</strong>, me acolher, se tenho um novo olhar sobre a relação, vai trazer benefícios para o outro também. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">E se o outro está em uma posição defensiva, de ataque, querendo controlar, ter o poder ou a razão, pode ser que eu precise me preparar melhor, me cuidar melhor para <strong>lidar</strong> com a situação. Em vez de falar de lidar, prefiro dizer me sentir à vontade e confortável com a situação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, como essa disponibilidade que me coloco a fazer de outra forma <strong>impacta</strong> o outro?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> Antes de tudo, usamos nossa<strong> habilidade</strong> de<strong> observação</strong>, essa ferramenta poderosa que trabalhamos na CNV. Trocamos nosso comportamento automático ‘’julgador’’ por uma posição de distanciamento através da observação. Essa mudança do piloto automático para o manual, essa posição não violenta, vai mudar minha resposta perante a situação. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Quando mudo o referencial a partir de um novo olhar na minha forma de sentir e acessar as minhas necessidades e do outro, de fato a reação é diferente e o outro percebe ou até fica surpreso pois ele está acostumado a receber violência em resposta a uma outra violência. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Essa resposta não habitual vai fazer com que ele vai se questionar, principalmente se a relação e/ou o assunto importa para ele. Esse questionamento pode abrir portas para um diálogo.</span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;"> O segundo exercício é mudar o quanto me afeto com aquilo que o outro diz. Vou questionar antes de comprar a briga. Chamamos isso de <strong>curiosidade empática</strong> com a intenção genuína de entender o que está acontecendo dentro do outro. Vamos deixar com o outro o que é do outro e pegar para mim apenas o que é meu. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Não pegar para mim o que é do outro! Meio óbvio né?! Sim, mas esquecemos disso e quando o conflito chega, é importante lembrar.</span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Vamos lembrar que a violência é uma expressão trágica de uma <strong>necessidade não atendida</strong>. Vamos buscá-la. </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo do chefe ríspido. Essa situação nos provoca mesmo, dá medo, raiva, dá vontade de reagir achando que é contra nós. Vamos começar com a observação tirando os ruídos, os julgamentos que representam apenas minha ótica. Vamos passar pelo processo de autorregulação se acolhendo, nomeando o que sentimos e precisamos (piloto manual). Lógico que vou sair abalado ou cansado, mas essa distância permite cuidar de mim e me movimentar a partir de um outro olhar. </span></p>
<ol start="4">
<li><span style="font-weight: 400;"> Posso convidar a fazer de outra forma falando de mim. ‘’ Fico sem graça, sem reação quando você fala dessa forma. Ou tenho vontade de me afastar. Ao mesmo tempo tenho curiosidade em saber por que você agiu ou disse isso’’. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Importante tentar marcar meu <strong>limite</strong>, mostrar que existe um limite com esse incômodo que estou vivendo. E considerar que a pessoa pode estar em um turbilhão de emoções difíceis no momento. Então só dar um toque para depois convidar para uma conversa. </span><span style="font-weight: 400;">Talvez o chefe busque segurança, pertencimento, ele precisa ser aceito, visto, aprovado. </span></li>
</ol>
<p>Experiente e me conte o que você achou?!</p>
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		<item>
		<title>Artigo da Harvard Business Review preconiza ensinar a escutar antes de falar</title>
		<link>https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/06/13/artigo-da-harvard-business-review-preconiza-ensinar-a-escutar-antes-de-falar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 14:10:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Decifrando o código da colaboração sustentável: seis novas ferramentas para treinar pessoas para trabalharem melhor juntas Hoje, quero compartilhar um artigo que sustenta meu trabalho: Cracking the Code of Sustained Collaboration, Harvard Business Review, publicado em novembro de 2019.  Tudo que a autora afirma neste artigo é estudado, aprofundado e treinado no Curso Escutatória, Padrões [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/06/13/artigo-da-harvard-business-review-preconiza-ensinar-a-escutar-antes-de-falar/">Artigo da Harvard Business Review preconiza ensinar a escutar antes de falar</a> apareceu primeiro em <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br">Transforme suas relações</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Decifrando o código da colaboração sustentável: seis novas ferramentas para treinar pessoas para trabalharem melhor juntas</h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, quero compartilhar um artigo que sustenta meu trabalho: </span><a href="https://hbr.org/2019/11/cracking-the-code-of-sustained-collaboration"><span style="font-weight: 400;">Cracking the Code of Sustained Collaboration, Harvard Business Review</span></a><span style="font-weight: 400;">, publicado em novembro de 2019.  </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tudo que a autora afirma neste artigo é estudado, aprofundado e treinado no <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/ESCUTATORIA-E-COM-PRODUTIVA-NAS-EMPRESAS-1.pdf">Curso Escutatória, Padrões de linguagem e Negociação</a> que dou nas organizações que querem ensinar às pessoas a trabalharem melhor juntas. Meu mentor, o </span><a href="https://comunicacaoprodutiva.com.br/colaborador/thomas-brieu/"><span style="font-weight: 400;">Thomas Brieu</span></a><span style="font-weight: 400;"> que tem uma larga expertise nesse assunto, me ensinou as técnicas necessárias para aplicar o que a Francesca Gino descobriu na pesquisa dela. </span></p>
<h2>Mais do que um valor a ser cultivado, a colaboração é uma habilidade a ser treinada.</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa demonstrou que o problema é que &#8221;os líderes pensam na <strong>colaboração</strong> de maneira muito restrita: como um valor a ser cultivado, mas não uma habilidade a ser ensinada.&#8221; Ler um livro, assistir uma palestra ou apenas divulgar os valores da empresa não é suficiente para gerar<strong> mudanças.</strong> As técnicas precisam ser treinadas com um profissional como sugere a autora: ‘’Forneça <strong>treinamento ao vivo</strong>.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela acrescenta: &#8221;O que é necessário é uma abordagem </span><i><span style="font-weight: 400;">psicológica</span></i><span style="font-weight: 400;"> . Quando analisei colaborações sustentáveis em uma ampla gama de indústrias, descobri que elas eram marcadas por atitudes mentais comuns: respeito generalizado pelas contribuições dos colegas, abertura para experimentar as ideias dos outros e sensibilidade para como as ações de um podem afetar o trabalho de ambos os colegas. e o resultado da missão. No entanto, essas atitudes são raras. Em vez disso, a maioria das pessoas exibe a mentalidade oposta, desconfiando dos outros e obcecada com seu próprio status. A tarefa dos líderes é estimular um foco externo em todos, desafiando a tendência que todos temos de nos fixarmos em nós mesmos — no que gostaríamos de dizer e alcançar — em vez do que podemos aprender com os outros.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O artigo apresenta seis técnicas de treinamento que permitem que líderes e funcionários trabalhem bem juntos, aprendam uns com os outros e superem as barreiras psicológicas que impedem ambos. Todos eles ajudam as pessoas a se conectarem de forma mais completa e consistente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No curso <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/ESCUTATORIA-E-COM-PRODUTIVA-NAS-EMPRESAS-1.pdf">Escutatória, Padrões de linguagem e Negociação</a>, estudamos as 6 técnicas e vamos mais longe através de outras ferramentas. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">A primeira mudança a ser treinada é ensinar as pessoas a ouvir, não falar!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Você já reparou que quando os outros estão falando, estamos nos preparando para falar em vez de <strong>ouvir</strong>?! </span><span style="font-weight: 400;">E essa tendência só piora à medida que subimos a escada corporativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A autora explica: &#8221;Deixamos de ouvir porque estamos ansiosos com nosso próprio desempenho, convencidos de que nossas ideias são melhores que as dos outros, ou ambos. Como resultado, entramos em conflitos que poderiam ser evitados, perdemos oportunidades de avançar na conversa, alienamos as pessoas que não foram ouvidas e diminuímos a eficácia de nossas equipes.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outras ferramentas como praticar <strong>empatia</strong>, revisitar nossa forma de dar e receber<strong> feedbacks</strong>, estabelecer relações ganha-ganha são indispensáveis para uma colaboração sustentável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O curso <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/ESCUTATORIA-E-COM-PRODUTIVA-NAS-EMPRESAS-1.pdf">Escutatória, Padrões de linguagem e Negociação</a> formou milhares de profissionais que hoje praticam uma <strong>comunicação interpessoal</strong> produtiva pelo prisma da <strong>escuta</strong>. </span></p>
<p>Entre em contato comigo para marcar uma apresentação!</p>
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<p>O post <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/06/13/artigo-da-harvard-business-review-preconiza-ensinar-a-escutar-antes-de-falar/">Artigo da Harvard Business Review preconiza ensinar a escutar antes de falar</a> apareceu primeiro em <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br">Transforme suas relações</a>.</p>
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		<title>Vamos exercitar a escutatória?!</title>
		<link>https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/06/12/vamos-exercitar-a-escutatoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 13:44:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos exercitar a escutatória?! Rubem Alves no seu ensaio “Escutatória” chama a atenção para o fato de que, no ocidente, existem muitos cursos e apelos à boa oratória, e nada com relação à escuta. “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Vamos exercitar a escutatória?!</h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Rubem Alves no seu ensaio “<strong>Escutatória</strong>” chama a atenção para o fato de que, no ocidente, </span><span style="font-weight: 400;">existem muitos cursos e apelos à boa <strong>oratória</strong>, e nada com relação à<strong> escuta</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer <strong>aprender a ouvir</strong>. Escutar é complicado e sutil…a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer…’’</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como você sabe, a coesão da equipe é um elemento essencial para o bom funcionamento de uma empresa. As <strong>soft skills</strong> são cada vez mais valorizadas e já não se trata apenas de competências técnicas a dominar pelos colaboradores. Assim, a escuta é ainda mais essencial a ser dominada pelo gestor de hoje para permitir que os funcionários floresçam e, dessa forma, que a empresa prospere. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Um saber que se aprende</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A escutatória é uma habilidade comportamental que se aprende como você aprenderia matemática na escola! É preciso saber escutar sem se deixar dominar ou cair na indiferença, o equilíbrio certo para garantir uma <strong>boa comunicação</strong> dentro das equipes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No <strong>curso de escutatória e padrões de linguagem</strong>, dou as chaves para praticar esse equilíbrio. Alternamos a teoria, com a explicação das diferentes ferramentas, e a prática com encenações, role plays baseados nas situações reais dos participantes, no dia a dia da empresa, nos desafios a vir a todos os níveis da organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa escuta requer por exemplo perceber os sentimentos e ideias de seus interlocutores sem fazer julgamentos, investigar a riqueza de uma troca a partir de um feedback, exercitando a atenção plena quando o outro fala, conjugar na sua comunicação direcionamento com empatia, firmeza com abertura, acolhimento e posicionamento.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Também é saber usar o silêncio a seu favor. Não é à toa que o Rubem Alves dizia: &#8221;A música acontece no silêncio.&#8221; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas organizações e grupos, a arte de escutar é fundamental e deveria ser aprendida e </span><span style="font-weight: 400;">praticada por todos. </span><span style="font-weight: 400;">É necessária para captar e processar informações, encontrar soluções, para estimular pessoas e grupos a conviverem e criarem juntos e para lidarem criativamente com situações de conflito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A arte de escutar na <strong>gestão colaborativa/participativa</strong> vai além do ouvir; inclui o olhar, a observação atenta, o sentir o corpo, sensações e sentimentos, a reflexão e, conforme o caso, a elaboração de perguntas provocadoras e a verificação da pertinência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Requer atitude de entrega, atenção e não julgamento, bem como reconhecer quando é necessário dar limites à escuta. Essa arte se processa em várias dimensões: de si, do outro, do grupo e/ou do contexto (interno e externo a organização).</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Por que na nossa história demos mais importância a oratória em vez da escutatória?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A cultura ocidental é sustentada por uma racionalidade que estimula o falar, mas não o escutar. Trata-se de uma perspectiva voltada para o poder de uns sobre outros através da </span><span style="font-weight: 400;">linguagem crítica e do discurso, que não valoriza o diálogo nem a escuta. Podemos reconhecer aqui o predomínio do padrão patriarcal em nossa civilização e do lado ativo da consciência humana, pois a escuta requer um certo grau de introspecção e de abertura para receber e dialogar, e até um silenciamento momentâneo do ego. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como ato social e dialógico, a escuta requer uma abertura para reconhecer que o outro é a </span><span style="font-weight: 400;">fonte possível de uma percepção diferenciada e tem algo a contribuir (no processo de aprendizagem, na gestão das organizações, nas políticas públicas etc.).</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quais são os benefícios de implantar a escutatória na sua empresa? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A habilidade da escuta, treinada em grupos, em um ambiente corporativo e colaborativo, cria campos fecundos para ativar e sustentar a <strong>inteligência coletiva</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escuta abre caminhos para reconhecermos os<strong> conflitos</strong> como oportunidades de aprendizagem nas organizações, indivíduos e sociedades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escuta prepara os gestores, educadores, profissionais e pessoas em geral para lidarem com o caos e a adversidade, favorecendo o trabalho voltado para a <strong>criatividade</strong> e a <strong>inovação</strong>.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Aprender a escutar e usar outros padrões de linguagem que estimulam a colaboração e confiança, que geram foco e resultados constituiu um divisor de águas na vida de muitos participantes deste curso.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">Entre em contato comigo para me contar seus desafios e saber mais sobre o curso! </span></h3>
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		<title>Meu processo de transformação: por que escolhi a CNV? </title>
		<link>https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/05/28/meu-processo-de-transformacao-por-que-escolhi-a-cnv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2023 18:26:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Meu processo de transformação: por que escolhi a CNV? Em um momento da vida em que eu estava pronta a questionar e sentir, a Comunicação Não Violenta me acolheu e deu clareza à minha existência, minhas escolhas além de me proporcionar um outro olhar sobre as minhas relações, sobre a humanidade. E o melhor é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Meu processo de transformação: por que escolhi a CNV?</h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um momento da vida em que eu estava pronta a questionar e sentir, a <strong>Comunicação Não Violenta</strong> me acolheu e deu clareza à minha existência, minhas <strong>escolhas</strong> além de me proporcionar um outro olhar sobre as minhas <strong>relações</strong>, sobre a <strong>humanidade</strong>. E o melhor é que a profundidade desse tema nos leva também a perceber o quanto existem ruídos, julgamentos e jogos de poder nas nossas conversas. Por isso hoje consigo<strong> me comunicar</strong> de forma mais produtiva e <strong>assertiva</strong> sem perder o vínculo humano. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como começou? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou francesa e formada em direito e pedagogia na França. Cheguei no Brasil em 2007. Ainda estudante, iniciei um projeto de preparação de jovens brasileiros para ingressar nas melhores universidades francesas e a partir dessa experiência fundei o IFESP (Instituto de Estudos Franceses e Europeus de São Paulo), especializado no ensino de francês online. Foram 12 anos de grande sucesso profissional, formando mais de 25.000 alunos, atendendo mais de 900 empresas e universidades e realizando projetos com o setor público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a maternidade e os conflitos acontecendo na minha empresa, decidi me investigar, me afastar e dar uma ’’pausa’’ na minha vida para focar na realização pessoal, mergulhando em novos ambientes, aprendendo a cuidar de mim e das minhas relações.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como a CNV me impactou e transformou? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos 35 anos, descobri o que era a verdadeira inteligência: a inteligência emocional. Iniciei um trabalho intenso de autoconhecimento, de estudos da parentalidade até me apaixonar pela Comunicação Não Violenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ensinamentos e a prática da CNV me impactaram muito e continuam me impactando todos os dias. Pois desconstruir uma boa parte do que aprendemos e reconstruir sua própria autenticidade, reaprender a escutar, se expressar e atuar no mundo de forma que sirva à vida, ou seja sirva a mim, aos outros e ao sistema, é um processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como o Marshall dizia: ‘’a vida não fica mais fácil com a CNV mas sim mais rica.’’ É um processo que, para mim, vale muito a pena viver e compartilhar. Acredito sim que posso melhorar nossa humanidade através dela. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje meu objetivo é difundir essa forma de se relacionar consigo mesmo, os outros, a sociedade, o trabalho, o ambiente…. atuando no mundo através dessa ferramenta de transformação social, desse exercício de interioridade cidadã como fala Thomas D&#8217;Ansembourg, um dos meus professores. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Por que escolher a CNV para cuidar de si mesmo e suas relações? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A CNV promove uma mudança social através das competências da ‘’vida’’ como: a empatia, a escuta, a gestão de conflitos, a gestão de projetos colaborativos, a humanização do atendimento, negociações diplomáticas e comerciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os benefícios da CNV são: relacionamentos mais ricos, respeitosos e saudáveis com seus familiares, alunos, colegas, funcionários; um ambiente de trabalho favorável e próspero; um aumento da produtividade tanto profissional quanto pessoal. ⁠ ⁠</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando escolhemos a CNV, começamos a colocar tijolinhos para uma <strong>mudança intrapessoal, interpessoal e sistêmica</strong>. É a paz que construímos dentro de nós que se reflete em nossas relações. Não é à toa que um dos livros de Marshall Rosenberg chama A<strong> linguagem da paz</strong> em um mundo de conflitos!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como aprender e praticar comigo? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Proponho facilitar<strong> palestras e treinamentos</strong> em Comunicação Não Violenta que representam o início de uma longa jornada para cada participante, que levará esse conteúdo e essas vivências para o resto de sua vida. </span><span style="font-weight: 400;">Meu papel é despertar sua autenticidade (o que está vivo dentro de você, sua verdade, suas necessidades), sua consciência (sabendo que toda mudança acontece a partir da tomada de consciência) e seu poder empático e compassivo. Esse processo de transformação muda naturalmente sua forma de se comunicar e se relacionar e consequentemente sua qualidade de vida.<br />
A CNV engloba temas como: <strong>inteligência emocional</strong>, empatia, escuta ativa, comunicação assertiva, atendimento humanizado, prevenção e gestão de conflitos, mediação, diversidade e inclusão. </span></p>
<p>Atuo principalmente nas empresas e nas escolas. Tenho parceria com ONG&#8217;s e ajudo casais e pais a transformar suas relações e resolver conflitos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem quiser iniciar agora, ofereço um <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/curso-online/">curso online,</a> fruto de estu</span><span style="font-weight: 400;">dos, treinamentos e vivências em CNV no Brasil e na França. </span></p>
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		<title>As premissas da Comunicação Não Violenta </title>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 20:09:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A CNV bebe diretamente na fonte do conceito de não violência. Gandhi foi o primeiro a traduzir o termo ahimsa presente no hinduísmo, budismo e jainismo para a língua inglesa sob o conceito de não-violência. O ahimsa ou &#8220;ação de não causar dano a nenhum ser vivo&#8221; será popularizado por outros pensadores do século 20, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A CNV bebe diretamente na fonte do conceito de <strong>não violência</strong>. Gandhi foi o primeiro a traduzir o termo </span><i><span style="font-weight: 400;">ahimsa</span></i><span style="font-weight: 400;"> presente no hinduísmo, budismo e jainismo para a língua inglesa sob o conceito de não-violência. O</span><i><span style="font-weight: 400;"> ahimsa</span></i><span style="font-weight: 400;"> ou &#8220;ação de não causar dano a nenhum ser vivo&#8221; será popularizado por outros pensadores do século 20, como Martin Luther King.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia, a não-violência se encontra como uma abordagem espiritual, uma <strong>filosofia de vida</strong> e o desenvolvimento de ferramentas que oferecem a possibilidade de viver em sociedade com uma melhor compreensão da humanidade. A abordagem não-violenta é baseada na consciência de nossa própria violência pessoal e no desenvolvimento de uma atitude visando mais humanidade. Não se trata de negar a violência que nos habita, mas aceitá-la para ter certeza de compreendê-la e transmutá-la.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O convite à não-violência é caracterizado por duas propostas: a primeira incentiva a recusar </span><span style="font-weight: 400;">a violência contra os outros, a segunda leva a ser<strong> compassivo</strong> com os outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além desse conceito, a CNV é baseada em uma série de convicções iniciais. Devemos a compreensão de boa parte delas ao psicólogo americano Carl Rogers, criador da abordagem “centrada na pessoa”. Gostaria aqui de homenagear sua contribuição contando para vocês duas premissas que mais me inspiram:  </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O prazer de contribuir para o bem estar dos outros. O ser humano está naturalmente capaz de <strong>contribuir</strong> para o bem estar dos outros, desde que ele se sinta seguro e esteja suficientemente atento a todas as suas necessidades. O ato de dar preenche uma necessidade fundamental que é aquela de encontrar sentido na própria vida. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Todos têm a chave para as dificuldades que encontram. O ser humano tem </span>recursos próprios para resolver os problemas que surgem em seu caminho, desde que possa se aceitar, ou ser aceito, naquilo que sente. Essa consciência ajuda a dar sentido às dificuldades que surgem em seu caminho. A natureza fundamental do ser humano, quando funciona livremente, é construtiva e confiável.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista com Marshall Rosenberg, criador da Comunicação Não Violenta</title>
		<link>https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/05/05/entrevista-com-marshall-rosenberg-criador-da-comunicacao-nao-violenta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 19:56:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista com Marshall Rosenberg por Laurent Montbuleau Como surgiu a ideia de criar o método de Comunicação Não Violenta, qual é a sua formação? Comecei minha jornada crescendo em um ambiente extremamente violento em Detroit, Estados Unidos. Vivíamos em meio a distúrbios raciais e, em nosso bairro, 30 pessoas foram mortas no espaço de uma semana. Na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista com Marshall Rosenberg </strong><span style="font-weight: 400;">por Laurent Montbuleau</span></p>
<p><b>Como surgiu a ideia de criar o método de Comunicação Não Violenta, qual é a sua formação?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comecei minha jornada crescendo em um ambiente extremamente violento em Detroit, Estados Unidos. Vivíamos em meio a distúrbios raciais e, em nosso bairro, 30 pessoas foram mortas no espaço de uma semana. Na escola, também percebi que meu sobrenome era o estímulo para muita <strong>violência.</strong> É por isso que desde muito cedo me interessei pelo que faz com que as pessoas magoem outras pessoas. E ao mesmo tempo, já nessa idade, tive a oportunidade de conhecer pessoas que se comportavam exatamente ao contrário. Por exemplo, um de meus tios vinha todas as noites ajudar minha mãe a cuidar de minha avó que estava paralisada, e eu o vi agir com ternura e compaixão. Então, por um lado, eu tinha a representação da ajuda mútua e na rua, eu via a violência em seu estado bruto. E desde então ao longo dos anos, tentei fazer todo o possível para diferenciar essas 2 formas de vida. Em suma, definir o que leva algumas pessoas a terem prazer em ser violentas com outras, e o que leva outras pessoas a sentir prazer em contribuir para o <strong>bem-estar</strong> dos outros. Tenho feito o meu melhor para aprender tudo o que posso sobre essas questões e ofereço o que aprendi às pessoas.</span></p>
<p><b>Você foi treinado por Carl Rogers em sua abordagem para ouvir?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando eu estava prestes a me formar na faculdade, Rogers entrou para se juntar ao corpo docente, então fiz um de seus cursos de <strong>psicoterapia</strong>. Mas o mais importante, depois que me formei, ele me pediu para fazer parte de uma equipe de pesquisa cujo objetivo era identificar o que contribuía para a cura. E eu já havia elaborado algo um pouco diferente porque havia encontrado uma forma de alternativa à psicoterapia tradicional, que chamo de Comunicação Não-Violenta. Por exemplo, minha abordagem para fazer psicoterapia não consiste em tentar analisar de onde vem a origem do problema da pessoa. Proponho outra forma de comunicar, pensar e olhar para a pessoa. Já era na época uma maneira bem diferente de fazer isso em comparação com o que outros psicoterapeutas faziam. É por isso que Rogers me pediu para fazer parte deste projeto de pesquisa. O projeto consistia em designar um paciente para cada psicoterapeuta e as sessões eram gravadas. Os médicos que cuidavam desses pacientes estavam tentando avaliar se havia alguma forma de cura. E Rogers estava fazendo correlações entre o que você podia ver nas gravações e na cura</span><span style="font-weight: 400;">. Essa pesquisa realmente deu uma confirmação sobre o que eu estava trabalhando. Porque foi demonstr</span><span style="font-weight: 400;">ado durante esta pesquisa que a terapia é eficaz desde que o terapeuta demonstre uma atitude empática e honesta com o paciente. No entanto, eu havia concebido precisamente em minha abordagem uma forma de ser honesto e atencioso com o outro. Ou seja, um comportamento capaz de demonstrar empatia por uma pessoa, seja qual for a forma de se expres</span><span style="font-weight: 400;">sar. Foi assim que conheci Carl Rogers durante esta pesquisa e mantivemos contato até sua morte.</span></p>
<p><b>A empatia seria o pilar central da CNV?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma forma de manifestar o que realmente é o pilar central. A parte central da Comunicação Não Violenta não é a comunicação, mas uma certa <strong>consciência</strong>. Isso nos faz perceber que a cada momento temos o poder de criar vida. Não há nada mais gratificante do que participar do bem-estar dos outros. Assim que tivermos essa confiança, esse desejo de nos conectarmos de forma que possamos responder ao bem-estar uns dos outros, a empatia se torna um componente importante. Mas na medida em que permite que algo se manifeste. Se você praticar a empatia mecanicamente, como se fosse uma técnica, isso deixa as pessoas nervosas. Então, é muito importante que a intenção por trás da empatia seja o desejo de contribuir para o bem-estar do outro. E então ser honesto sem criticar ou reprovar.</span></p>
<p><b>Você pode definir os fundamentos essenciais da CNV?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Basicamente, a comunicação não violenta responde à pergunta: o que está vivo em nós? Isso não é nada muito novo. Em todas as culturas do mundo onde tenho a oportunidade de trabalhar, uma coisa que todas têm em comum é que as pessoas que pertencem a elas dizem: “O que está vivo?” Em todas as culturas e em todas as línguas, sempre nos perguntamos isso. Eu acredito que esta é uma pergunta natural, e esta é a razão pela qual ela prevalece em toda a terra. Mas, por cerca de 9.000 anos, fomos educados para nos isolar da vida, para servir às autoridades. Isso nos levou a usar uma linguagem totalmente diferente e a ter uma consciência diferente. Mas parte da comunicação não violenta é permitir que as pessoas saibam o que está vivo em nós.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A outra parte da CNV é dizer ao seu parceiro o que você gostaria que acontecesse para tornar sua vida melhor. E apresente este pedido como um presente a alguém, como uma oportunidade de responder se eles ficarem felizes em responder. Portanto, o básico da CNV é compartilhar o que está vivo em nós e terminar dizendo: &#8220;Isso é o que tornaria minha vida mais bonita.&#8221; E ter a capacidade de receber as mesmas informações do nosso interlocutor, mesmo que ele não saiba dizer essas coisas. Duas das coisas que as pessoas estão dizendo em quase todo o mundo sobre a Comunicação Não-Violenta são: &#8220;Como isso é fácil!&#8221; Dizer o que está vivo, o que queremos e ouvir o outro&#8230; Mas a segunda coisa que as pessoas acrescentam é: “Como é complicado!” E é verdade que é difícil, porque já se passaram anos desde que fomos programados para pensar diferente. Principalmente porque as estruturas que criamos ajudam a perpetuar essa mentalidade. Estou falando sobre nossas estruturas econômicas, judiciais, governamentais &#8230; E também, é claro, nas escolas, através da televisão &#8230; tudo isso educa as pessoas de uma maneira radicalmente diferente do que estamos tentando fazer.</span></p>
<p><b>Por que você chamou esse método de Comunicação Não Violenta, então em uma definição negativa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sinto muito! Gandhi também não gostou do termo&#8230; porque diz o que a comunicação não é, em vez de descrever o que é. Mas a maior parte do nosso ensino é dizer o que queremos, em vez do que não queremos. Então, para responder à sua pergunta, muitos anos atrás eu não tinha um nome para esse processo. E uma mulher em uma cidade dos Estados Unidos conseguiu atrair uma multidão louca para um seminário que ela estava conduzindo. Ele era exatamente o tipo de pessoa com quem eu queria trabalhar, que tinha a ver com o racismo que prevalecia na América na época e estava muito comprometido com a mudança social. Fiquei extremamente curioso para saber como ela conseguiu atrair precisamente as pessoas mais interessantes para o seu estágio. Eu vi que o anúncio que ela tinha trazia o termo “comunicação não violenta”. Então, eu também o usei de vez em quando conduzia workshops antes de mantê-lo. Mas hoje vou chamar essa abordagem de forma diferente de Linguagem da Vida ou <strong>Comunicação Compassiva</strong>.</span></p>
<p><b>Qual é a contribuição da CNV em relação à raiva?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ah &#8230; A raiva é muito preciosa para aprender a comunicação não violenta. Acho que a raiva é muito valiosa porque acredito que é o resultado de uma forma de pensar que contribui para a violência em nosso planeta. Portanto, se pensarmos de uma forma que contribua para a violência e garanta que não vamos conseguir o que queremos ou vamos conseguir, então vamos pagar caro por isso. Esta é a razão que temos tanta estima pela raiva. Nunca dizemos a ninguém: &#8220;Seja gentil, controle sua raiva&#8221;. Ao contrário, quando você está com raiva, use-o como um alerta e perceba que, ao expressar isso, você está pensando de uma maneira que não está em harmonia com nossos valores mais profundos. Portanto, quando alguém fica com raiva, sugerimos que ele faça uma pequena meditação rápida na hora. Para parar e perceber que tipo de pensamento ele está tendo. E depois de identificar esse pensamento, podemos fazer a pessoa entender que se trata de uma distorção trágica de suas necessidades. Temos necessidades que não são atendidas pelo ato de uma pessoa. Mas, quando estamos com raiva, perdemos contato com essas necessidades e, em vez disso, pensamos no que há de errado com a pessoa. Esse pensamento inclui implicitamente a ideia de que o outro merece sofrer. Portanto, é importante ensinar as pessoas a traduzir esse tipo de pensamento em termos de satisfação ou não das necessidades. Para que possam se reconectar com a vida, com suas necessidades.</span></p>
<p><b>Acho que o título do livro “Deixa de ser bonzinho e seja verdadeiro” de Thomas d&#8217;Ansembourg foi bem escolhido &#8230; Nos convida a ser mais autênticos conosco e com os outros &#8230;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando você me falou sobre raiva, pensei no Thomas d&#8217;Ansembourg &#8230; Sim, na CNV, queremos ter certeza de que as pessoas não são gentis ou complacentes, mas verdadeiras e genuínas. Um de nossos treinadores nos Estados Unidos intitulou seu livro exatamente da mesma forma, sem saber que o Thomas d&#8217;Ansembourg também havia escolhido o mesmo título. Na verdade, esse método nos ensina a conviver com pessoas que não estão acostumadas a se comunicar dessa forma, aprendendo a ouvir além das mensagens, sejam elas quais forem, o que está vivo no outro. Se, por exemplo, alguém o insulta, é importante estar ciente do que essa pessoa está sentindo e das necessidades dela. Não para ouvir o que ela pensa sobre você, mas para ouvir a verdade. A verdade é que ela experimenta certos sentimentos que estão relacionados às necessidades dela. E ao oferecer aos outros o que está vivo em nós, garantiremos que eles possam ouvir o que está vivo em nós, mesmo que seja difícil para eles. Pois eles têm padrões inscritos e consolidados neles de ano para ano. Tenho notado que quando dois grupos se conectam dessa forma, que cada um dos dois lados, vemos o que está vivo no outro, sem ouvir a menor crítica, a experiência me mostrou que quando chegamos a essa qualidade de diálogo e conexão, conseguimos resolver qualquer conflito de forma pacífica.</span></p>
<p><b>Ao ouvir você, esta abordagem parece querer tocar o coração de cada ser, como uma linguagem universal &#8230;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, mas não há nada de novo! Um dia, no final de um treinamento na Palestina, um jovem veio até mim e disse: “Marshall, não leve para o lado pessoal, gosto muito do seu treinamento, mas não é nada n</span><span style="font-weight: 400;">ovo. É a religião islâmica em aplicação! ” Então ele me viu sorrir e me perguntou: “Por que você está </span><span style="font-weight: 400;">sorrindo?” Respondo que estive em Jerusalém ontem e um rabino me disse que era o judaísmo aplicado! E o homem que coordena nossos projetos no Sri Lanka, um padre jesuíta, para ele é o cristianismo em aplicação. Mas todas as pessoas de quem estou falando fazem parte de uma minoria em suas respectivas religiões. A pesquisa mostrou que cerca de 80% das pessoas que pertencem a uma religião têm visões significativamente diferentes do que a Comunicação Não Violenta oferece &#8230;</span></p>
<p><b>Como a comunicação não violenta é ensinada em todo o mundo? É oferecido em algumas escolas?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ficamos absolutamente maravilhados quando vemos como a CNV está se espalhando pelo mundo agora. É </span><span style="font-weight: 400;">ensinado em escolas de muitos países. Meu livro mais recente chamado de</span><i><span style="font-weight: 400;"> Life-Enriching Education: Nonviolent Communication Helps Schools Improve Performance, Reduce Conflict, and Enhance</span></i> <span style="font-weight: 400;">descreve como funcionam as escolas que vivem em harmonia com a CNV. E nestes, a pesquisa mostra que a violência diminui significativamente e que o grau de aprendizagem aumenta proporcionalmente. Existem escolas assim em Israel, Palestina, Índia, Itália &#8230; E em todas as escolas na Sérvia há pelo menos um professor que ensina o processo CNV. Seus vizinhos na Macedônia ouviram sobre essa experiência e trouxeram todo um grupo de professores para ensiná-los dessa forma em suas escolas. Estamos realmente muito animados para ver como o CNV está se espalhando rapidamente nas escolas. Para universidades, por exemplo na Colúmbia Britânica ou Canadá, os alunos aprenderam o processo e eles, por sua vez, ensinam as crianças mais novas. Aliás, acabaram de receber um prêmio nacional por este projeto. Mas nesse instante que estou falando, sinto um entusiasmo ainda maior pela maneira como a CNV está se espalhando nas prisões. Recebemos um e-mail há 3 dias de Lucy Leu, que é nossa coordenadora de nosso projeto prisional. Ela é descendente de chineses e mora no estado de Washington. Este projeto funciona tão bem que vai para o norte no Canadá e para o sul em Oregon. Mas a causa do meu prazer foi a foto que ela nos enviou, onde a vemos compartilhando o processo com 3.000 mulheres na prisão na China&#8230; e outra foto onde ela ensina a CNV para vários milhares de homens na prisão. Também temos experiências maravilhosas com a polícia e os militares. Particularmente quando intervi em Israel com a polícia, ficou provado que houve uma queda drástica nas queixas contra eles em relação aos seus atos de violência. Também damos grande prioridade à educação dos filhos pelos pais, proporcionando apoio de uma forma muito diferente e eficaz. Recentemente, demos um seminário na Índia, onde havia 3.000 participantes, ‘’os intocáveis’’​&#8230; Sim, estamos muito felizes em ver a velocidade impressionante com que as coisas estão se movendo. Mas um dos melhores exemplos está aqui, com nossa rede francófona na Suíça, Bélgica, França e Quebec, que está ativa em todos os tipos de círculos. Por exemplo, em certos subúrbios franceses, em Brest, em Nantes. Eu adoraria ir para os subúrbios. Trabalhei muito com gangues de rua nos Estados Unidos. Eu amo esse trabalho!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, essa entrevista te deu vontade de saber mais sobre a CNV? </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O que acha de se inscrever no <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/curso-online/">meu curso online gravado para iniciar seus estudos</a>?!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: http://nvc-europe.org/SPIP/IMG/pdf/Interview_Marshall-Montbuleau.pdf</span></p>
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		<title>Programa 21 dias para vivenciar a Comunicação Não Violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 13:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[cnv]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa 21 dias para vivenciar a Comunicação Não Violência Que tal aprender a cuidar das nossas relações através da #inteligênciaemocional e da #comunicaçãonãoviolenta em 21 dias? O tempo para você se empoderar, quebrar paradigmas e mudar hábitos! Uma revolução na sua vida que impacta a vida do outro e do mundo! Sobre o programa: São 21 dias de estudos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Programa 21 dias para vivenciar a Comunicação Não Violência</h1>
<p>Que tal aprender a cuidar das nossas relações através da <a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=intelig%C3%AAnciaemocional&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A7039225547905740800" data-attribute-index="0">#inteligênciaemocional</a> e da <a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=comunica%C3%A7%C3%A3on%C3%A3oviolenta&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A7039225547905740800" data-attribute-index="1">#comunicaçãonãoviolenta</a> em 21 dias?<br />
O tempo para você se empoderar, quebrar paradigmas e mudar hábitos! Uma revolução na sua vida que impacta a vida do outro e do mundo!</p>
<p>Sobre o programa: São 21 dias de estudos dirigidos, de 15 a 30 minutos estudando no curso online gravado e trocas pelo grupo WhatsApp fechado + 3 encontros de 2h (horário a definir com a turma).<br />
Investimento: R$ 600, incluso o material ou seja o curso online gravado de 20h e ao livro digital de 120 páginas.</p>
<p>Entre em contato para receber a brochura completa do programa!</p>
<p>Conteúdo programático: O que vai aprender nesses 21 dias?</p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 1: INTRODUÇÃO</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 1: O propósito da CNV</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 2: A origem da CNV</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 3: Os pilares da CNV</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 4: Atenção plena</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 5: Os fatores que influenciam nosso comportamento diante de um conflito</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 6: Os 4 elementos ou passos da CNV</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 7: A grande mudança de paradigmas</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 8: Os arquétipos da CNV: a girafa e o chacal</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 9: Observe seu chacal</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 2: Inteligência emocional</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 10: A gestão das emoções</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 11: O boneco da CNV</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 3: Observação</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 12: Como a gente costuma se expressar?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 13: A arte de isolar o fato do seu julgamento</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 14: Dicas e exemplos de observação sem avaliação</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 15: Como iniciar uma conversa?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 4: Sentimentos</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 16: O que é sentimento?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 17: Expressar o sentimento e identificar</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">sua causa</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 18: Cuidado com os pseudo sentimentos!</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 5: Necessidades e Estratégias</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 19: ’’Tudo que fazemos é para atender nossas necessidades.’’</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 20: A energia das necessidades</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 21: Como aceitar um não?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 6: Autorresponsabilidade</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 22: Me sinto… porque EU…</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 23: Uma nova relação com o outro</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 24: Como dizer ‘’sinto muito’’ em ‘’girafês’’ ou na CNV?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 25: Como fazer escolhas conscientes?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 7: Escuta empática</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 26: Como escutamos em geral?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 27: Posso aconselhar?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 28: Mitos sobre empatia</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 29: A essência da empatia</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 30: Algumas considerações sobre a</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">escuta empática</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 31: Escuta empática de uma fala trágica</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">ou mensagem difícil</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 32: Compaixão</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 33: Autocompaixão</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 8: Pedido</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 34: Como fazer um pedido?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 35: Melhorar seu pedido com mais sentido</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">e conexão</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 36: Pedido vs Exigência</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 37: Pedidos na prática</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 9: Agradecer e Apreciar</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 38: Como celebrar e agradecer?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 39: Elogio vs Apreciação</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">PARTE 10: Conclusão</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Aula 40: E agora, como aplicar e praticar a CNV?</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">AULA BÔNUS</span><span class="S1PPyQ">: O surpreendente propósito da raiva</span></p>
<p><strong>Se interessou? Mande um WhatsApp para mim <a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989993397&amp;text=Ol%C3%A1+Pauline%21+&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0"> AQUI</a></strong></p>
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		<title>Quais são os 4 passos da Comunicação Não Violenta? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[C_Pauline]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 18:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são os 4 passos da Comunicação Não Violenta? Primeiramente, gostaria de esclarecer que a CNV é bem mais do que um método de comunicação. Apesar do seu nome, ela abrange outros conceitos, práticas e mudança de paradigmas. Leia esses artigos: Quais são os benefícios da Comunicação Não Violenta e Uma arte de conviver consigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Quais são os 4 passos da Comunicação Não Violenta?</h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, gostaria de esclarecer que a CNV é bem mais do que um método</span><b> de comunicação</b><span style="font-weight: 400;">. Apesar do seu nome, ela abrange outros conceitos, práticas e </span><b>mudança de paradigmas</b><span style="font-weight: 400;">. Leia esses artigos: <a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/2022/04/26/beneficios-comunicacao-nao-violenta/">Quais são os benefícios d</a></span><span style="font-weight: 400;">a Comunicação Não Violenta </span><span style="font-weight: 400;">e </span><a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/2023/02/02/comunicacao-nao-violenta-uma-arte-de-viver-consigo-e-com-os-outros/"><span style="font-weight: 400;">Uma arte de conviver consigo mesmo e os outros</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ao praticar a CNV, seguimos 4 passos: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Observação</b><span style="font-weight: 400;">: fique atento aos fatos, tendo uma visão objetiva da situação (deixando de lado nossos julgamentos e avaliações), descrevendo uma ação ou repetindo o que você ouviu. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Emoções, </span><b>sentimentos</b><span style="font-weight: 400;">: faça a pergunta “o que estou sentindo aqui agora?”, identificando os sentimentos despertados pela situação. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Necessidades</b><span style="font-weight: 400;">: faça a pergunta “Do que eu preciso no momento?” ou o que é importante agora. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedido</b><span style="font-weight: 400;">: faça um pedido claro convidando o outro a contribuir para tornar sua vida mais maravilhosa. Cuidado: pedir não é exigir! </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A prática da CNV nos ensina a olhar para uma situação de forma mais objetiva, tirando os ruídos de nossos pensamentos. Ela também nos torna investigador dos sentimentos e necessidades tanto nossos quanto dos outros. E o mais legal nisso é experienciar nosso ser e querer autênticos! </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Como? Externalizando e compartilhando com está vivo dentro de nós e aquilo que importa para nós. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação se torna clara, eficaz e autêntica. Nossas relações se transformam sendo mais compassivas, profundas e respeitosas. </span></p>
<p><a href="https://transformesuasrelacoes.com.br/curso-online/"><span style="font-weight: 400;">Venha praticar comigo esses 4 passos da comunicação não violenta! </span></a></p>
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